Um balanço realizado pelo Departamento Econômico da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que as desigualdades de renda se acentuaram no país nas duas últimas décadas, comparando-se os períodos de 1974 a 1983 com 1984 a 1993. A parcela de 10% mais ricos da população que detinha 46,8% da renda aumentou essa participação para 49,5%. O diagnóstico é de que o impacto do prolongado período de estagnação atingiu de forma mais dura as camadas pobres da população (GM).