Até o fim do ano o real conseguirá valorização de 30%, já levando em conta a inflação, em relação ao dólar, o que põe em risco a estabilidade do plano. Esse mesmo índice demorou mais de um ano para ser atingido nos programas de estabilização do México e da Argentina. O aumento dos juros aqui atrai dinheiro de fora, derrubando a cotação do dólar. Nem mesmo as restrições ao capital externo reduziram a enxurrada. A média diária pulou de US$11 milhões, em outubro, para US$49 milhões. A valorização torna as mercadorias muito caras (JB).