O PFL recuou na tentativa de influir no processo de transição do governo por meio de um projeto detalhado de reforma do Estado que previa a extinção de órgãos e cargos. O partido se sente isolado dos grupos que estão discutindo as primeiras medidas do futuro governo, formados essencialmente por pessoas ligadas ao PSDB. A resistência de parlamentares pefelistas e do próprio vice-presidente eleito Marco Maciel às medidas-- como a extinção da SUDENE-- levou o presidente do PFL, Jorge Bornhausen, a afirmar que o trabalho se limitará às linhas gerais de um novo modelo para o Estado Brasileiro. As propostas estão sendo estudadas por um grupo de técnicos e juristas sob a coordenação do deputado Gustavo Krause (PFL- PE) (O Globo).