O governador do Estado do Rio de Janeiro, Nilo Batista (PDT), assinou ontem 22 contratos no valor de R$48,5 milhões, envolvendo 11 empresas entre empreiteiras e fornecedoras de materiais, o que marca o início da primeira fase das obras do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara, orçado em sua totalidade em US$793 milhões e prazo previsto de execução de cinco anos. Do investimento total, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) participa com US$350 milhões, a agência de fomento japonesa The Overseas Economic Cooperation Fund (OECF), com US$250 milhões, e o governo estadual deu sua contrapartida de US$193 milhões. Nesta primeira fase, as empresas ganhadoras das licitações iniciadas em julho passado vão realizar ao longo de um ano obras de duplicação da Estação de Tratamento de Esgotos na Ilha do Governador e construção de uma estação semelhante e de um emissário submarino para a Ilha de Paquetá, além de obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 25 favelas do Rio e quatro de Niterói, beneficiando mais de um milhão de pessoas. Na Baixada Fluminense e em São Gonçalo o abastecimento de água passa a ser feito por setores, com cada região sendo atendida por reservatórios exclusivos para alimentar a rede. Na Baixada Fluminense, o programa prevê o assentamento de 212 mil metros de rede de distribuição de água, entre subadutoras, troncos e rede de distribuição. As empresas que participarão do programa nesta fase inicial são: Mirak Engenharia Ltda, Construtora Queiróz Galvão, Concic Engenharia, Barbará, Procerama, Tuvibra, Consórcio Faulhaber, Serveg-Civilsan, Spil Serviços Técnicos, Companhia de Enegenharia e Administração do Anil e Consórcio Uste-Engeurb (GM).