O presidente da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), Sérgio Barcellos, estima em Cz$9 milhões o prejuízo das Bolsas e das corretoras durante os oito dias em que não houve pregão, em virtude da greve dos bancários. A BVRJ negocia diariamente cerca de Cz$330 milhões. As corretoras de médio porte deixaram de faturar diariamente Cz$50 mil, enquanto as de grande porte Cz$150 mil (O Globo).