CRESCE BANCADA DE PARENTES NO CONGRESSO

Eles não votam a partir das mesmas diretrizes, não pertencem aos mesmos partidos, mas ainda assim têm algo em comum: são parentes de políticos e foram eleitos para compor o novo Congresso Nacional. Formam uma bancada familiar que, nas contas do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), saltou de 34 para pelo menos 62 deputados e senadores. Entre os maiores puxadores de votos sangu"íneos, está o ex-governador Ronaldo Cunha Lima (PB). Além de ter sido eleito senador, levou o filho César e o irmão Evandro para a Câmara e escalou nas urnas o outro irmão, Renato, como segundo suplente de sua vaga no Senado. No Pará, o ex-governador Jáder Barbalho, também eleito senador, não fez por menos. Levou para a Câmara a ex-mulher, Elcione, e o sobrinho José Prianti, e também emplacou o irmão como suplente (O ESP).