Os consórcios de eletrodomésticos e eletroeletrônicos poderão demitir 15 mil trabalhadores se o governo mantiver a decisão de proibir a formação de novos grupos. A previsão é de Emílio Salles de Jesus, coordenador da câmara setorial da Abac (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios), e poderá se concretizar dentro de 30 a 40 dias. Salles diz que a Abac está tentando mostrar ao Ministério da Fazenda que "as medidas adotadas são inócuas". Ele afirma que, por trabalharem com vendas programadas, os consórcios não provocam inflação. A solução para o problema, segundo Salles, é simples: bastaria proibir os lances. Com isso, a contemplação seria apenas por sorteio (FSP).