Definido o panorama político, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) voltou a anunciar que vai lutar pela recuperação dos salários, reajuste mensal e aumento do mínimo. A entidade pretende apoiar as campanhas de todas as categorias filiadas e espera contar para isso com a Insatisfação crescente dos trabalhadores quanto à perda do poder aquisitivo". E orienta as categorias a resistir ao máximo às pressões do governo nas campanhas salariais. O presidente da CUT, Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, disse que nunca as categorias estiveram tão mobilizadas após um plano econômico quanto agora. No entanto, ele confessou também que a conjuntura está desfavorável ao trabalhador. "Nunca houve uma pressão tão grande sobre os trabalhadores, por parte do governo, empresários e até da sociedade", disse. "Temos de ser mais competentes do que fomos em todos os períodos", concluiu (GM).