O Rio de Janeiro deverá contar ainda este mês com uma nova arma contra a violência: o policiamento comunitário, que prevê a participação de representantes da sociedade no combate ao crime. Indicados por associações de moradores, eles fiscalizarão a ação policial e encaminharão queixas da população. O novo sistema começará por Copacabana, segundo bairro mais violento da cidade do Rio de Janeiro, e faz parte de uma operação gigante, articulada pelo movimento Viva Rio, a ser detalhada na reunião do próximo dia 11, da qual, por determinação do presidente Itamar Franco, participarão os comandantes militares da Região Leste e o ministro da Justiça (JB).