O secretário de Ciência e Tecnologia do Exército, general Haroldo Erichsen da Fonseca, declarou que o país não objetiva fabricar a bomba atômica mas, "se for preciso, vamos fabricá-la". Segundo ele, "com o conhecimento que estamos adquirindo, teremos condições de fazê-la. É possível que isso aconteça em dois anos, se tivermos recursos" (FSP).