A explosão de uma bomba na sede da Associação Mutual Israelita Argentina, principal organização judaica do país, matou pelo menos 17 pessoas. O prédio, no centro de Buenos Aires, foi destruído. O desconhecido "Comando Inslâmico" reivindicou o atentado. O presidente Carlos Menem ordenou o fechamento das fronteiras. Todos os vôos para fora da Argentina foram suspensos. Menem disse acreditar em ação externa. O governo de Israel disse que vai se empenhar em encontrar os autores. Em São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública decidiu reforçar o policiamento em 15 entidades judaicas. O governo brasileiro lamentou em nota o atentado-- o maior na Argentina desde o que matou 29 pessoas na embaixada de Israel em 1992 (FSP).