A Assembléia Geral das Nações Unidas readmitiu ontem a África do Sul como país-membro. Há 20 anos o governo sul-africano, um dos fundadores da ONU, havia sido banido do órgão por causa da política racial do apartheid. A decisão dos 184 países com assento na Assembléia Geral foi tomada por aclamação. O país volta à ONU em função do restabelecimento da democracia e do fim do regime de segregação racial. "A longa noite de isolamento diplomático chegou ao fim. A África do Sul agora está livre", disse o ministro sul-africano do Exterior, Alfred Nzo. A Assembléia Geral também decidiu dissolver ontem o seu Comitê Especial contra o Apartheid (FSP).