Ao divulgar ontem documento do Pontifício Conselho de Justiça e Paz do Vaticano sobre o comércio internacional de armas, o presidente da CNBB, dom Luciano Mendes de Almeida, disse que o país deve evitar a venda para governos totalitários. "A comercialização, não só pelo Brasil, como por todos os países do mundo, deve ser feita apenas para os países que precisam defender vidas inocentes. É preciso reduzir o comércio de armas para acabar com os massacres humanos", disse. O documento do Vaticano defende o uso de armas nos casos de legítima defesa e propõe um tratado internacional para o controle do comércio de armamentos (JC).