VEREADORA DO PT CONTESTA VERSÃO POLICIAL

A presidente do PT no Rio de Janeiro, vereadora Jurema Batista, contestou ontem a versão apresentada pela polícia para o assassinato dos dois assessores do partido, na madrugada do último dia 13. Ela não aceita a versão de "crime passional". "O perfil de quem matou leva a outras conclusões", disse, referindo-se à possível atuação de grupos de extermínio. Para o coordenador nacional de direitos humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), José Carlos Cataldi, está "mal explicada essa pressa da polícia em solucionar o caso". Anteontem, a polícia apresentou um suspeito (FSP).