Um grupo de cientistas do Centro Atômico de Bariloche, sul da Argentina, desenvolveu um método para tratamento de pilhas usadas capaz de isolar os contaminantes durante mais de quatro mil anos do meio ambiente, evitando assim a contaminação que provocam em águas e solos. O processo consiste em submeter as pilhas a um tratamento térmico e posterior mistura com vidro, resultando num bloco compacto que, segundo os cientistas, pode ser mantido inerte durante cerca de quatro mil anos, podendo assim ser guardado sem nenhum risco. Como as pilhas são compostas por metais altamente tóxicos (cádmio, mercúrio, cromo, zinco e chumbo) constituem um dos motivos mais frequ"entes de contaminação do solo e da água (GM).