A dois meses de seu primeiro aniversário, a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), em Campos (RJ), começa a dar frutos. Já no próximo semestre, segundo o reitor Wanderley de Souza, a universidade entra na fase de produção em escala comercial de alguns de seus principais projetos. Entre eles, a produção de diamantes artificiais usados nas perfurações de poços de petróleo, pela primeira vez produzidos no Brasil. Construída numa das regiões menos desenvolvidas do Estado do Rio de Janeiro e voltada para o ensino científico, a Uenf tem ainda como metas a pesquisa para o aproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar-- que poderá substituir o petróleo na produção de plástico-- e a aquisição da centrífuga geotécnica, um equipamento de ponta da área de engenharia. Até o final do ano estará funcionando também o pólo de televisão e vídeo (O Globo).