Os supermercados planejam dispensar entre 10% e 15% do seu quadro de funcionários, caso os preços se estabilizem com a criação do real. De acordo com Omas Assaf, vice-presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), somente no Estado de São Paulo as demissões poderão atingir entre 20 mil a 25 mil trabalhadores que hoje exercem funções diretamente ligadas à cultura inflacionária, incluindo a remarcação de preços e as atividades burocráticas nos departamentos financeiro e legal. Segundo ele, os supermercados precisarão de um a dois meses de adaptação para operar com eficiência em um cenário de inflação estabilizada em níveis baixos, em que deixarão de obter ganhos financeiros com o giro rápido de estoques (O Globo).