A chance de vitória do candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, à Presidência da República preocupa os empresários, mas não mais a ponto de provocar uma fuga em massa do país, como previu em 1989 o então presidente da FIESP, Mário Amato. De todos os setores da economia, os bancos são os mais receosos. "Existe uma forte sensação de que vamos perder quatro anos, mas que é necessário passar por esse purgatório para aprender a lição", avalia Mário Bernardini, diretor da FIESP (JB).