O coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, comandante do DOI-CODI paulista de 1970 a 1974, não será punido por ter publicado o livro "Rompendo o Silêncio", em que se defende da acusação de ter comandado a tortura a presos políticos e justifica a repressão aos grupos armados de oposição ao regime militar. A decisão é do ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, para quem o coronel "tem o direito de defender sua honra e a de seus descendentes". "Ele diz que não torturou e eu acredito nele", disse o ministro do Exército (JB).