Durante um ano, a PETROBRÁS, a norueguesa Statoil e a inglesa Britis Petroleum trocarão informações tecnológicas e experiências relativas aos trabalhos que realizam na exploração e produção de petróleo, sobretudo em águas profundas. É o que prevê acordo assinado ontem entre dirigentes das três empresas, que deverá se repetir, em breve, entre a PETROBRÁS e a anglo-holandesa Shell. "Nenhuma empresa no mundo detém o monopólio do saber", disse o diretor de exploração e produção da PETROBRÁS, João Carlos Franco de Luca, ao justificar a assinatura do acordo, que tem uma cláusula de confidencialidade por 10 anos. Depois de um ano de troca de informações, o convênio será avaliado, podendo ser renovado (GM).