O Vaticano divulgou ontem oficialmente o documento intitulado Instrução sobre o respeito à vida humana nascente e à dignidade da procriação", que condena os bebês de proveta, as mães de aluguel, a inseminação artificial e todas as demais práticas destinadas a promover a concepção e o nascimento por meios não naturais. O cardeal Joseph Ratzinger, prefeito para a Congreção para a Doutrina na Fé e responsável pela elaboração do texto, disse que o documento "é uma demonstração particular de amor e respeito pelo ser humano não nascido". O secretário-geral da CNBB, dom Luciano Mendes de Almeida, afirmou, ao comentar o documento do Vaticano, que "a Igreja não apóia e nunca apoiou qualquer experiência de procriação artificial que esteja sendo desenvolvida no país" (O Globo).