O novo ministro do Trabalho, Marcelo Pimentel-- ministro aposentado do TST (Tribunal Superior do Trabalho)--, quer reformular a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) com a adoção de um sistema capaz de solucionar, em primeira instância, e dentro das próprias empresas, queixas trabalhistas. O novo ministro, que tomou posse ontem, defendeu a reforma da legislação trabalhista, como forma de simplificá-la e dar maior rapidez à Justiça do Trabalho. Ele condenou a utilização da greve para fins político- partidário. "A greve, em nossa Constituição, é um direito trabalhista e não um direito político", disse. Marcelo Pimentel declarou que quer a parceria de empresários e sindicalistas para discutir o problema da atualização profissional do trabalhador brasileiro (O ESP).