Para marcar o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, hoje, o informe anual dos "Repórteres sem fronteiras" divulgou ontem, em Paris (França), sua estatística: pelo menos 63 jornalistas morreram em 1993 quando estavam a trabalho e 145 estão presos. A organização não-governamental Repórteres sem fronteiras e a UNESCO programaram atividades para sensibilizar o público a pressionar os governos que violam a liberdade de imprensa. Num informe de 500 páginas, a organização faz um balanço das violações à liberdade de imprensa registradas em 149 países. Dos 63 jornalistas mortos, 30 morreram na Europa, 19 na África, 10 na América Latina, três na Ásia e um no Oriente Médio. A Argélia detém o recorde de jornalistas mortos-- nove--, seguida da Rússia e da Bósnia, com oito cada. A China é o país que tem maior número de jornalistas presos: 24. A situação este ano deve piorar, informa a organização. Desde janeiro, já morreram 14 jornalistas e continuam presos 142 (O Globo).