PLENÁRIO SEGUIRÁ CCJ NAS CASSAÇÕES DA CPI DO ORÇAMENTO

Quatro renúncias, uma absolvição e quatro cassações. Este o saldo, até o momento, do trabalho da Câmara dos Deputados no julgamento dos implicados na CPI do Orçamento. "Apesar do descrédito, o Congresso Nacional é o responsável pelo destampar da prodridão no país", diz o deputado Roberto Freire (PPS-PE). "O trabalho da CPI esta consolidado", comemora o senador Jarbas Passarinho (PPR-PA), ex-presidente da CPI, para quem o trabalho da Comissão de Constituição e Justiças (CCJ) fundamenta as decisões do plenário. "Quem sair de lá condenado, será condenado pelo plenário", prevê o presidente da CCJ, deputado José Thomaz Nonô (PMDB-AL). Renunciaram a seus mandatos, para não serem cassados, os seguintes deputados: Genebaldo Correia (PMDB-BA), Cid Carvalho (PMDB-MA), Manoel Moreira (PMDB-SP) e João Alves (PPR-BA). O deputado Aníbal Teixeira (PP-MG) foi absolvido. E foram cassados os deputados Féres Nader (PTB-RJ), Fábio Raunheitti (PTB-RJ), Raquel Cândido (PTB-RO) e Carlos Benevides (PMDB-CE) (JB).