As propinas muito altas exigidas por agentes da Polícia Federal obrigaram o bicheiro Castor de Andrade a optar pelo porto de Sepetiba como porta de entrada para o contrabando de armamento, antes feito pelo Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (AIRJ) e pelo porto do Rio. A conclusão é do delegado Carlos Alberto Campagnac, da 34a. DP, que realizou apreensão de munição, armas e 183 formulários de requisição de balas em nome de Castor, de seus seguranças e do bicheiro "Capitão Guimarães", que já teve seu nome envolvido em contrabando de armas na década de 70. O material foi encontrado em Bangu, na casa de um segurança de Castor, o detetive Nestor Silvio Soares Maganinho, que está foragido (JB).