O Comitê Rio da Ação da Cidadania Contra a Miséria e Pela Vida quer que os editais de licitação para a despoluição da Baía de Guanabara priorizem as empreiteiras com maior contingente de mão-de-obra. Os coordenadores da campanha pedirão audiência ao novo governador do estado, Nilo Batista (PDT), para propor a criação de um conselho consultivo para acompanhar as obras. Este conselho seria composto pelo presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Barbosa Lima Sobrinho, o bispo de Duque de Caxias (RJ), dom Mauro Morelli, o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, e um representante do Clube de Engenharia. Uma das atribuições deste conselho seria propor ao governo estadual iniciativas que estimulassem a geração de empregos. Outro objetivo seria garantir a transparência administrativa da obra. O projeto de despoluição da Baía de Guanabara está previsto para durar cinco anos, com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do capital japonês e do governo estadual (FSP).