Cerca de 90% dos 5.400 postos de distribuição de combustível do Estado de São Paulo aderiram ao "lock-out", segundo o Sindicato dos Varejistas, que organizou a paralisação. Para o CNP (Conselho Nacional do Petróleo), no entanto, apenas 70% não funcionaram. O movimento contou com a adesão dos postos dos Estados do Paraná, Paraíba, Mato Grosso e Santa Catarina. Os proprietários dos postos reivindicam aumento na margem de lucro sobre os combustíveis vendidos de Cz$0,50 por litro para Cz$1,26 (JB).