As 24 empresas suspeitas de ligação com o esquema do empresário Paulo César Farias, o PC, no governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello estão proibidas de participar de licitações públicas, receber benefícios fiscais, extinguir-se ou mudar sua razão social. O juiz Novély Vilanova, da 7a. Vara Federal de Brasília (DF), concedeu ontem liminar atingindo as empresas e determinando a suspensão de contratações feitas a partir de sua decisão. A liminar foi resultado de ação cível proposta pela Procuradoria Geral da República contra as empresas acusadas de enriquecimento ilícito. As empresas são as seguintes: Construtora Tratex S/A; Construtora Andrade Gutierrez S/A; Construtora Norberto Odebrecht S/A; Cetenco Engenharia S/A; Mercedes Benz do Brasil S/A; S/A Indústria Votorantim; Companhia Catarinense de Cimento Portland; Companhia Cimento Portland Gaúcho; Companhia Cimento Portland Rio Branco; Empresa de Transportes CPT Ltda; Transportes Especiais Olímpia S/A; Cimento Itaú do Paraná S/A; Companhia Cimento Portland Itaú S/A; Transportadora Comercial Além Fronteiras Ltda; Cimento Santa Rita S/A; S/A Leão Irmãos Açúcar e Álcool; Abaeté Automóveis Ltda; Itabuna Veículos Ltda; Mendo Sampaio S/A; Usina Cachoeira S/A; Agro Industrial Marituba Ltda; Usina Caeté S/A; Cooperativa Regional dos Produtores de Açúcar e Álcool de Alagoas; e EPC (Empresa de Participações e Construções Ltda.) (FSP).