Além da inflação, a missão do FMI (Fundo Monetário Internacional) mostrou mais duas preocupações nas reuniões que está mantendo com o Banco Central e o Ministério da Fazenda. O FMI acha que a inflação só cairá de forma consistente se o ajuste fiscal for maior do que o proposto até agora. O Fundo defende um superávit operacional das contas públicas. A missão ainda quis saber porque estaria havendo um aumento grande da carga tributária da pessoa física. O chefe da missão do FMI, José Fajgenbaum, considerou importante a aprovação do FSE (Fundo Social de Emergência) como mais um instrumento para ajudar no equilíbrio das contas públicas, mas considerou insuficiente para dar continuidade ao plano de combate à inflação (FSP).