O governo brasileiro assinou o acordo internacional do cacau de 1993, que terá cinco anos de duração. Com a adesão do Brasil, o principal país produtor que ainda não havia firmado o convênio, falta agora a participação maciça dos consumidores para que o acordo entre em vigor. A União Européia (UE) é a principal força consumidora de cacau. O novo acordo se baseia nos comitês de produção e de consumo e tem como objetivo promover o desenvolvimento do setor, equilibrando a oferta e a demanda do cacau no mercado internacional. O acordo entrará em vigor definitivamente depois da ratificação por um mínimo de cinco países exportadores e responsáveis por 80% do total das exportações mundiais. Outra condição para entrar em vigor, é o endosso por países consumidores que respondam por um mínimo de 60% do total das importações (GM).