Onze confederações nacionais de trabalhadores, representando 163 federações, e mais de dois mil sindicatos de todo o país, lançaram ontem, na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, o Ato de Mobilização em Defesa da Constituição, assumindo, junto o PT, PSB, PDT e PC do B, o papel de coordenadores do movimento contra a revisão constitucional. Estamos ocupando o vácuo de mobilização deixado pelas centrais
77859 sindicais, que não se posicionaram em relação à revisão
77859 constitucional, disse João Domingos, presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil. Para ele, o movimento começa com atraso, mas tem a seu favor o poder de mobilização dos sindicatos. O movimento pela defesa da Constituição termina com um ato público em frente ao Congresso Nacional, no dia dois de março (JC).