As tarifas diferentes cobradas para importação de bens de capital, informática e químicos vão adiar o acordo total do Mercosul. Em princípio, essas taxas deveriam tornar-se padronizadas dentro de sete anos, até 2001, nos quatro países que integram o grupo (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai). Mas na véspera do quinto encontro de presidentes que acontecerá hoje em Colônia (Uruguai), o Brasil conseguiu dos parceiros o alargamento deste prazo, até uma data que ainda está por definir (JB) (O Globo).