O secretário estadual de Assuntos Fundiários do Rio de Janeiro, Carlos Correia, e o reitor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Hésio Cordeiro, assinaram ontem um convênio pelo qual a universidade dará assessoria à Secretaria nos projetos de assentamento de famílias no estado. Caberá a professores e esturantes, principalmente das áreas de Geociências, História, Sociologia e Engenharia Civil, fazerem um levantamento sobre as condições das regiões onde haverá os assentamentos e o perfil das populações. Segundo Carlos Correia, há hoje no estado cerca de 150 mil famílias em processo de legalização fundiária, e no próximo mês, deverão ser entregues mais três mil títulos de posse, a maioria na zona oeste. As famílias atendidas pelo programa de assentamento têm baixa renda, não possuem imóvel e tornam-se prioridade quando têm filhos. Os novos proprietários estão impedindo de vender os lotes. A primeira região a ser beneficiada pelo convênio é a de Campinho, em Campo Grande, zona oeste, onde a UERJ providenciará o levantamento topográfico e um projeto de infra-estrutura urbana para 300 lotes, em conjunto com a associação de moradores (JC).