FEIJÃO SE DETERIORA NO RIO GRANDE DO SUL

Apesar de a Campanha de Combate à Fome e à Miséria, liderada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, ser considerada prioridade do governo Itamar Franco, cerca de 21.500 sacas de feijão apodreceram há dois anos em armazens na região nordeste do Rio Grande do Sul e até hoje a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) não definiu o que será feito. Na Cooperativa Tritícola do Município de São José do Ouro estão estocadas 14.500 sacas, pelas quais a Conab já pagou CR$7 milhões, somente em estocagem durante esses dois últimos anos. Na cidade de Machadinho estão estocadas outras sete mil sacas de feijão, da safra 1991/92 (JC).