O Centro Brasileiro para a Infância e Adolescência (CBIA), órgão do
77236 Ministério do Bem-Estar Social, vem sendo saqueado em todo o país por
77236 quadrilhas, algumas com ramificações internacionais, disfarçadas sob a
77236 forma de associações comunitárias ou organizações não-governamentais
77236 (ONGs) de apoio ao menor carente. A denúncia é da atual presidente da CBIA, Alda Marco Antônio, que pediu a ajuda da Polícia Federal para desmontar a rede de corrupção instalada desde o início do governo Collor de Mello, quando a entidade era presidida pela alagoana Fátima Borges de Omema, ginecologista da ex-primeira-dama Rosane Collor. As fraudes já detectadas por Alda podem ter causado um prejuízo de US$90 milhões entre 1990 e 1992. Os recursos equivalem a quase CR$25 bilhões pelo câmbio oficial e correspondem a 40% do orçamento de US$225 milhões administrados pelo CBIA no período (O ESP).