CORTE ORÇAMENTÁRIO AFETARÁ EDUCAÇÃO E SAÚDE

Menos escolas, estradas precárias e pouca verba para o pagamento dos hospitais conveniados serão o resultado concreto, em algumas áreas, dos cortes no Orçamento Geral da União do ano que vem. O corte médio de 43% proposto pelo Ministério da Fazenda não poupou nenhum ministério e nem mesmo despesas consideradas prioritárias, como a merenda escolar. Em 1994, 31 milhões de crianças beneficiadas por um prato de comida, durante o ano letivo, terão duas alternativas: ou se contentarão com meio prato de comida ou terão alimentação garantida nas escolas somente durante o primeiro semestre. Na área do Ministério da Saúde, a situação só não deverá ficar muito ruim se for aprovada a criação do Fundo Social de Emergência (FSE). Somente a manutenção do Sistema Unificado de Saúde (SUS) tem gasto previsto de US$7 bilhões (O ESP).