Ao contrário das expectativas, não tem sido fácil para a diplomacia chegar a um consenso sobre a tarifa externa comum no MERCOSUL. Os desequilíbrios comerciais entre os países e as diferenças das propostas de alíquotas já fazem circular boatos de que a entrada em vigor do mercado comum, em 1o. de janeiro de 1995, vá ser postergada. O Brasil sugere sete níveis de alíquotas-- de 0% a 35%--, a mais alta com os bens de informática e carros. A Argentina sugere seis níveis-- 0% a 20%--, com bens de capital variando de 0% a 4%. O Paraguai quer quatro níveis-- 0% a 20%--, com 10% para produtos em geral e 15% para artigos de luxo, e o Uruguai sugere cinco níveis-- 0% a 20% (JB).