MIGRAÇÃO DE MADEIREIROS NA AMAZÔNIA E ACRE

O deslocamento dos madeireiros para os estados do Amazonas e Acre, após exaurirem as reservas do sul do Pará, foi evidenciado após duas apreensões de mogno-- totalizando três mil metros cúbicos de madeira-- efetuadas nas últimas semanas. Segundo José Augusto Pádua, diretor da Greenpeace no Brasil, o deslocamento revela o lado "nômade" dos empresários do setor. Ele acredita que os madeireiros que exploram mogno entre a planície amazônica e proximidades do planalto central são os mesmos que devastaram as araucárias no Paraná e a Mata Atlântica (JB).