O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi alvo, em 1992, de saques fraudulentos praticados com a ajuda ou por próprios funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF). O valor das fraudes ainda não foi avaliado. A CEF é a responsável pelos recursos do FGTS, calculados em US$29 bilhões. Um esquema mais organizado de atuação foi detectado no Rio de Janeiro e em São Paulo. Membros da quadrilha forjavam documentos de saque, se faziam passar pelos titulares das contas e retiravam o dinheiro do FGTS (FSP).