Nos primeiros anos do século XXI, a indústria automobilística brasileira poderá despejar, anualmente, cinco milhões de carros no mercado interno. Isso tornará o Brasil um dos mais atraentes mercados para o setor. Com base nessas projeções, a Autolatina ("holding" da Volkswagen e da Ford) que hoje detém 50% do mercado interno, definiu seu plano de investimento de médio e longo prazo. O presidente da "holding", Pierre Alain De Smedt, revelou que ela investirá até 1998 US$3,1 bilhões, sendo 70% no desenvolvimento e lançamento de novos produtos. Para ele, as montadoras aqui estabelecidas, para alcançarem o nível das concorrentes do Primeiro Mundo, serão obrigadas a aumentar seus investimentos em tecnologia e produtividade (O Globo).