A ampliação do escândalo do Orçamento, com o envolvimento dos corruptores, inviabilizou de vez a revisão constitucional. Reservadamente, o próprio presidente da Câmara dos Deputados, Inocêncio de Oliveira (PFL-PE), antes empenhado em iniciar o processo em janeiro de 1994, disse ontem a vários interlocutores que só o próximo Congresso terá condições de reformar a Constituição. "Teremos que fazer um grande acordo para adiar a revisão", disse o deputado (FSP).