O ministro da Previdência e Assistência Social, Raphael de Almeida Magalhães, assinou ontem três portarias estabelecento que os hospitais da rede pública e os conveniados só poderão utilizar em implantes produtos ortopédicos que estiverem aprovados e testados por dois anos em seus países de origem; que a Câmara Técnica do Sistema Integrado de Reabilitação efetue uma revisão da lista de materiais já aprovados; e crie padrões e normas de tratamento e utilização de material ortopédico. As medidas foram tomadas depois que o ministro recebeu denúncia da Câmara Técnica do Sistema Integrado de Reabilitação segundo a qual o Brasil usa material ortopédico que não tem aprovação em seus próprios países de origem (JB).