O ministro do Planejamento, Alexis Stepanenko, decidiu punir o Banco do Brasil por haver concedido reajuste privilegiado aos seus funcionários sem consultar o Comitê Coordenador das Empresas Estatais. A direção do BB terá de reduzir o gasto com pessoal em US$200 milhões e cortar despesas administrativas. O ministro obrigou também o BNDES, a CEF, o Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste a manter em 1994 o mesmo volume de gastos com pessoal registrado neste ano (O ESP).