A indústria em todo o país, com exceção da região Sul, registrou uma desaceleração no ritmo de crescimento nos meses de junho e julho, segundo o IBGE. A indústria paulista que cresceu 23,2% em maio, apresentou uma expansão de 11,1% em julho. Com isso, o acumulado no ano passou de 15,5% de janeiro a maio (contra 10,2% da média nacional), para 14,4% de janeiro a julho (contra 10% da média nacional). Já a indústria fluminense teve um crescimento de 2,2% em julho, reduzindo o acumulado do ano de 1,5% até maio para 1% até junho. Em Minas Gerais, a produção foi negativa, fechando julho com queda de 0,4%, interrompendo um período de quatro meses de crescimento. No Nordeste, a taxa mensal caiu de 3,9% em maio, para 0,2% em julho. Na região Sul, porém, a atividade continuou intensa, com o indicador mensal passando de 12% em maio para 12,2% em julho. O nível de atividade da indústria paulista não demonstra o mesmo ritmo de recuperação do início do ano. Segundo a FIESP, houve queda de 2,1% em agosto, em relação a julho. No acumulado do ano, sobre o patamar de dezembro de 1992, a indústria registra, porém, crescimento de 13,9%. Outra pesquisa divulgada pela FIESP revela números positivos do nível de emprego. Pela primeira vez em três anos, a taxa acumulada em 12 meses ficou positiva. Na terceira semana de setembro, o índice ficou em 0,01%, significando um saldo de 139 contratações (JB) (O Globo).