JUSTIÇA TIRA "MOEDA PODRE" DA PRIVATIZAÇÃO

O juiz Rubem Martinez Cunha, da 1a. Vara Federal do Mato Grosso, suspendeu a utilização de letras hipotecárias emitidas pela Caixa Econômica Federal (CEF) para a compra de empresas estatais. Desde o ano passado, o equivalente a US$134,8 milhões em letras foi aceito como "moeda podre" em leilões de privatização de empresas como a CSN, ACESITA, COPESUL, CST e FOSFÉRTIL (JB).