BANCO DA MULHER TRAÇA NOVAS METAS

A Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Mulher, conhecida também como Banco da Mulher, quer intensificar suas atividades no combate aos problemas das crianças de rua e das populações marginalizadas. A entidade reuniu ontem suas representantes de todo o país na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) para ouvirem palestras do presidente da Associação Brasileira de Proteção à Infância e aos Adolescentes, Lauro Monteiro, e da pesquisadora Jane Souto, do IBGE. Ao financiar donas de casa e mulheres empresárias ou interessadas em
75692 abrir uma empresa, o Banco da Mulher já atua junto às mulheres das
75692 classes mais desassistidas, destaca a presidente do Conselho Superior do banco, Clara Steinberg. Através de convênios com bancos comerciais, o BID e entidades de treinamento como SEBRAE, SENAI, SENAC, o Banco da Mulher empresta recursos e dá treinamento a pequenas empresárias que desejam investir na expansão de seus negócios. No primeiro semestre deste ano o banco já atendeu cerca de cinco mil pessoas em sete estados. O volume de recursos para os financiamentos gira em torno de US$150 mil por ano. Metade das mulheres atendidas são donas de casa de classes sociais mais baixas (JB).