A dissolução, no início desta semana, da sociedade da Indústria Nucleares do Brasil (INB) com as empresas alemãs Siemens/KWU e Steag na NUCLEI, criada para enriquecer urânio, não afeta o acordo nuclear Brasil- Alemanha, firmado em 1975. esta é a opinião do gerente-geral da KWU no Brasil, Christian Klose, que assegura que os recursos alemães, de cerca de US$700 milhões, para a contratação de serviços e equipamentos para a usina nuclear Angra 2, em Angra dos Reis (RJ), estão garantidos. Segundo ele, o fim da sociedade foi negociado e acordado entre as duas partes, depois de dois a três anos de conversas (GM).