O futuro secretário de Administração da Bahia, Raimundo Vasconcelos, afirmou ontem que a reforma administrativa que o governador eleito, Waldir Pires, pretende realizar nos primeiros dias de seu governo proporcionará uma economia-- com a extinção de 500 cargos em comissão-- de Cz$180 milhões que são gastos em gratificações, do total de Cz$1,2 bilhão que consome mensalmente a folha de pagamento do funcionalismo estimada em 300 mil servidores. Com a reforma vão desaparecer 177 órgãos, 17 dos quais considerados importantes na estrutura da atual administração. Esses órgãos, segundo o futuro secretário, ou tem tarefas conscidentes com outros, ou são meros cabides de emprego, ou atuam em área que não pode ser considerada prioritária para o governo, como a fabricação de gelo, tampões de mesa, criação de cavalos e transporte intermunicipal (O ESP).