Os 10 presídios juvenis a serem construídos pelo Centro Brasileiro para Infância e Adolescência (CBIA), até o final do ano, vão, pela primeira vez, distinguir os menores infratores por periculosidade. "Não colocar juntos aqueles que cometeram um latrocínio ou um homicídio com a criança que cheirou cola ou robou um relógio, senão vamos criar um outro Comando Vermelho", afirmou a presidente do CBIA, Alda Marco Antônio. O modelo desses presídios, criados por Alda quando foi secretária do Bem-Estar do Menor de São Paulo, serão adaptados para a realidade de outros estados (JB).