Cerca de 60% dos 220 mil professores da rede estadual de São Paulo entraram em greve ontem por tempo indeterminado. Eles reivindicam uma política salarial que reponha, mês a mês, a inflação; reajuste de 187%, para repor perdas desde o governo Quércia (1987); e piso salarial de CR$31,3 mil, contra os atuais CR$6,9 mil por 20 horas-aula semanais, em julho. A contra-proposta do governo é de 10,25% de aumento este mês; reposição, em setembro, das perdas desde março (FSP).